Estudos Bíblicos
Quais são as suas prioridades?
quarta-feira, setembro 1st, 2010 | Estudos Bíblicos | Comente!
Colocar Deus em primeiro lugar, buscar primeiro ao Reino, vai muito além de você participar de cultos, bater metas e até mesmo do seu próprio ministério. Buscar a Deus em primeiro lugar não resume-se apenas em você ter uma função e servir a Ele desempenhando esta função.
Há uma diferença muito grande entre servir a Deus e colocá-Lo em primeiro lugar. Colocar Deus em primeiro lugar é antes de tudo ter intimidade com Ele, não buscar somente as Suas bênçãos, não buscar apenas o que Ele tem a oferecer, mas sim buscá-Lo em espírito e em verdade, ser sedento por Sua presença.
Existem dois reinos: o Reino de Deus e o reino dos homens. Nós temos a liberdade de direcionar o foco de nossa existência, de nossa caminhada e de nossas prioridades: O nosso reino, ou o Reino de Deus? Quando falamos do nosso reino nos referimos às nossas vontades, aos nossos desejos. Quando buscamos nosso reino, nos colocamos no centro de tudo, substituímos o papel de Deus nas nossas vidas, porque ao invés de buscarmos a Ele, nós buscamos a nossa vontade. Com isso, simplesmente invertemos nossas prioridades.
Nossas Prioridades determinam o tempo do nosso sucesso. Se hoje suas prioridades não andam de acordo com a palavra de Deus, acerte seu foco, ajuste sua visão, pois, são elas que determinarão o tempo de seu sucesso. Não busque suas vontades, mas sim o Reino de Deus e sua Justiça, aí sim as outras coisas lhes serão acrescentadas.
O Salmo 37:4 diz: “Alegra-te no Senhor e Ele satisfará o desejo do teu coração”. Não perca tempo desfocado, com suas prioridades invertidas! Se alinhe na presença de Deus e desfrute da plenitude d´Ele em sua vida!
Discipulado Explosivos 02/08/2010.
Protegendo Sua Igreja
segunda-feira, agosto 9th, 2010 | Estudos Bíblicos | Comente!
E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.
João 17:20-23.
Era nossa união que estava em primeiro lugar em sua mente naquelas horas agonizantes. Isso mostra a importância do assunto. Nada na terra é mais valioso para Deus que sua igreja. Ele pagou o mais alto preço por ela e a quer protegida, especialmente dos danos devastadores causados pelas divisões, conflitos e discordâncias. Se você é parte da família de Deus, é sua responsabilidade preservar a unidade no local em que você congrega. Você foi encarregado por Jesus de fazer todo o possível para preservar a unidade, proteger a comunhão e promover a harmonia na sua igreja e entre todos os crentes. A Bíblia nos direciona a fazermos todo o esforço necessário para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. E nos dá orientações
práticas de como:
a) Concentre-se no que temos em comum, não em nossas diferenças
Como crentes, partilhamos um Senhor, um corpo, um propósito, um Pai, um Espírito, uma esperança, uma fé, um batismo e um amor. Partilhamos a mesma salvação, a mesma vida e o mesmo futuro — fatores muito mais importantes do que as diferenças que poderíamos enumerar. É nesses temas, e não em nossas diferenças pessoais, que devemos nos concentrar. Devemos nos lembrar que foi Deus que escolheu nos dar diferentes personalidades, formações, raças e preferências. Ele quer unidade, não uniformidade. Quando nos concentramos em personalidades, preferências, interpretações, estilos ou métodos, a divisão sempre acontece. Mas, se nos concentramos em amar uns aos outros e em cumprir os propósitos de Deus, chegamos à harmonia. Paulo implorou por isso:
Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. 1 Coríntios 1:10
b) Seja realista em suas expectativas
Uma vez que você tenha descoberto como Deus quer que seja a verdadeira comunhão, é fácil ficar desanimado pela disparidade entre o ideal e o real em sua igreja. Você deve amar apaixonadamente a igreja, a despeito de suas imperfeições. Ansiar pelo ideal enquanto critica o real é sinal de imaturidade. Em contrapartida, conformar-se com o real sem lutar pelo ideal é passividade.
As pessoas ficam desiludidas com a igreja por muitas razões compreensíveis. Em vez de ficarmos abalados e surpresos, devemos lembrar que a igreja é feita de pecadores de verdade, inclusive nós mesmos. Toda igreja deveria afixar uma placa: “Pessoas perfeitas não precisam entrar. Este é um lugar somente para os que admitem ser pecadores, precisam de graça e querem crescer”.
c) Prefira incentivar a criticar
É sempre mais fácil ficar de lado e atirar pedras naqueles que estão servindo do que se envolver e contribuir. Deus nos adverte repetidamente que não critiquemos, comparemos ou julguemos uns aos outros. Quando você critica o que outro crente está fazendo na fé e com sincera convicção, está interferindo nos assuntos de Deus:
Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. Romanos 14:10.
Sempre que eu julgo outro crente, quatro coisas acontecem instantaneamente: perco minha comunhão com Deus, exponho meu próprio orgulho e insegurança, coloco-me em uma situação pela qual serei julgado por Deus e prejudico a comunhão da igreja. Um espírito crítico é um vício dispendioso.
d) Recuse dar ouvidos a fofocas
Fofocar é transmitir informações quando você nem é parte do problema nem parte da solução. Você sabe que espalhar fofocas é errado, e não deve nem ouvi-las se quiser proteger sua igreja. Ouvir uma fofoca é como receptar mercadoria roubada; isso o faz igualmente culpado pelo crime. Quando alguém começar a fofocar em seu ouvido, tenha a coragem de dizer: “Por favor, pare. Não preciso saber disso. Você já falou diretamente com a pessoa?”. Pessoas que fofocam para você também irão fofocar sobre você. Tais pessoas não são confiáveis. É triste que, no rebanho de Deus, as maiores feridas venham das outras ovelhas, e não de lobos:
Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Gálatas 5:15.
e) Apóie a sua liderança
Não existe um líder perfeito, mas Deus dá aos líderes a responsabilidade e a autoridade para que mantenham a unidade da igreja. Durante conflitos interpessoais, esse é um trabalho duro. Eles também receberam a impossível tarefa de tentar fazer
que TODOS fiquem felizes, o que nem Jesus conseguiu fazer! A Bíblia é clara sobre como devemos nos relacionar com aqueles
nos servem:
Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros. Hebreus 13:17
Os líderes algum dia estarão perante Deus e terão de prestar contas de como zelaram por você. Mas você também terá de prestar contas a Deus sobre a forma que seguiu seus líderes.
Protegemos a congregação quando honramos os que nos servem como líderes. Os pastores e anciãos necessitam de nossas orações,
incentivos, apreço e amor.
Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros. 1 Tessalonicenses 5:12-13
Eu o desafio a aceitar a responsabilidade de proteger e promover a união em sua igreja. Empenhe-se nisso com todo o seu esforço, e Deus irá se agradar. Nem sempre será fácil. Algumas vezes você terá de fazer o que é melhor para o corpo, e não para si mesmo, mostrando preferência pelos outros. Este é um dos motivos pelos quais Deus nos colocou em uma família eclesiástica: para aprendermos o altruísmo. Em comunidade, aprendemos a dizer “nós” em vez de “eu” e “nosso” em vez de “meu”.
Deus abençoa igrejas unidas. Quando Deus tem um punhado de novos cristãos que quer libertar, ele busca como incubadora a igreja mais carinhosa que puder encontrar e você faz parte disso. É sua função proteger a unidade da sua igreja!
Trecho extraído do livro “Uma Vida Com Propósitos” de Rick Warren.
O Espírito Santo na Experiência Humana
segunda-feira, agosto 2nd, 2010 | Estudos Bíblicos | 1 Comentário
Leiamos: “Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que eu vá, porque, se eu não for o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o meu Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado”.
Convencer significa levar ao conhecimento verdades que de outra maneira seriam postas em dúvida ou rejeitadas, ou aprovar acusações feitas contra a conduta. Os homens não sabem o que é o pecado, a justiça e o juízo; portanto, precisam ser convencidos da verdade espiritual. Por exemplo, seria inútil discutir com uma pessoa que declarasse não ver beleza alguma numa rosa, pois sua incapacidade demonstraria falta de apreciação pelo belo. Precisa ser despertado nela um sentido de beleza; precisa ser “convencido” da beleza da flor. Da mesma maneira, a mente, e as almas obscurecidas nada discernem das verdades espirituais antes de serem convencidas e despertadas pelo Espírito Santo. Ele convencerá os homens das seguintes verdades:
a) DO PECADO DE INCREDULIDADE. “Do pecado porque não crêem em mim” (João 16.9). Quando Pedro pregou, no dia De Pentecostes, ele nada disse acerca da vida licenciosa do povo, do seu mundanismo, ou de sua cobiça; ele não entrou em detalhes sobre sua depravação para envergonhá-los. O PECADO do qual o culpou, e do qual mandou que se arrependesse, foi a crucificação do Senhor da glória; o perigo do qual os avisou foi o de recusarem crer em Jesus.
Portanto o pecado de incredulidade descreve-se como o pecado único, porque, nas palavras de um erudito, “onde esse permanece, todos os demais pecados surgem e quando esse desaparece, todos os demais desaparecem”. É o “pecado mater”, porque produz novos pecados, e por ser o pecado contra o remédio para o pecado. Assim descreve o doutor Smeaton: “Por muito perigoso que seja esse pecado, tal e a ignorância dos homens acerca do mesmo que sua criminalidade é inteiramente desconhecida até que seja descoberta pela influência do Espírito Santo, o Consolador. A consciência poderá convencer o homem dos pecados comuns, mas nunca do pecado da incredulidade. Jamais homem algum foi convencido da enormidade desse pecado., a não ser pelo próprio Espírito Santo”.
b) DA JUSTIÇA DE CRISTO. “ Da justiça, porque vou para o meu Pai e não me vereis mais” (João 16.10). Jesus Cristo foi crucificado como malfeitor e impostor. Mas depois do dia de Pentecostes, o derramamento do Espírito e a realização do milagre em seu nome convenceram a milhares de judeus de que não somente Ele era justo, como também era a fonte única e o caminho da justiça. Usando Pedro, o Espírito os convenceu que haviam crucificado o Senhor da Justiça (Atos 2.36,37), mas também Ele lhes assegurou que havia perdão e salvação em seu nome. Atos 2.38.
c) DO JUÍZO SOBRE SATANÁS. “ E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado”. (João 10.11). Como se convencerão as pessoas na autoridade de que o crime será castigado? Pela descoberta do crime e subseqüente castigo; em outras palavras, pela demonstração da justiça. A cruz foi uma demonstração da verdade de que o poder de Satanás sobre as vidas dos homens foi destruído, e que sua completa ruína foi decretada. Hb 2.14,15; 1 Jo 3.8; Cl 2.15; Rm 16.20. Satanás tem sido julgado no sentido que perdeu a grande causa, de modo que já não tem mais direito de reter como escravos, os homens seus súditos. Pela Sua morte Cristo resgatou todos os homens do domínio de Satanás, devendo esses aceitarem sua libertação. Os homens são convencidos pelo Espírito Santo de que na verdade são livres (João 8.36). Já não súditos do tentador; já não são mais obrigados a obedecê-lo, mas, agora, são súditos leais de Cristo, servindo-O voluntariamente no dia do seu poder. Salmo 110.3.
Satanás alegou que lhe cabia o direito de possuir os homens que pecaram, e que o Justo Juiz devia deixá-los sujeitos a ele. O Mediador, Jesus Cristo, por outra parte, apelou para o fato de que Ele, havia levado o castigo do homem tomando assim o seu lugar, e que, portanto, a justiça bem como a misericórdia, exigiam que o direito de conquista de Satanás fosse anulado e que o mundo fosse dado a Ele, o Cristo, que era o seu segundo Adão e Senhor de todas as coisas. O veredito final divino foi contrário ao príncipe deste mundo – e ele foi julgado. Ele já não pode “guardar os seus bens” em paz sendo que Um mais poderoso o venceu (Lc 11.21,22), despojando-o de tudo que possuía. Cl 2.15.
(P.S – Essa porções maravilhosas foram extraídas do livro “Conhecendo as Doutrinas da Bíblia” de Myer Pearlman , que recomendo como ótimo subsídio aos que desejam ter melhor conhecimento da Palavra de Deus)
Deus abençoe a todos.
Conquistando Lugares Altos
domingo, julho 25th, 2010 | Estudos Bíblicos | 1 Comentário
O Deus que servimos não é um Deus de comodidade, descansaremos quando estivermos na glória. A presença de Deus nos traz paz de espírito, um refrigério da alma, mas não fomos conquistados para que fiquemos acomodados. Se nos encontrarmos em um estado de acomodação, estaremos impedidos de alcançar aquilo que Deus deseja que sejamos, o acomodado esta longe do máximo que pode doar.
A zona de conforto pode ser revelada de várias formas, não quer dizer que gostamos de fazer, mas que praticamos com freqüência. O nosso maior adversário não é o diabo, porque ele já foi vencido por Jesus, a nossa carne também não é porque a matamos através de jejum e oração, mas aquilo que está dentro de nosso coração, situações emocionais como a falta de perdão, nos impedem de alcançar aquilo que Deus tem preparado para nossas vidas. Não podemos permitir que nossas forças sejam roubadas por situações emocionais, precisamos ser alegres, o Espírito Santo nos dá a alegria da salvação.
Juízes 6: 11 – 15: “Então, veio o Anjo do SENHOR, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezitra; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para pôr a salvo dos midianitas. Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O Senhor é contigo, homem valente. Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu! Se o SENHOR é conosco, porque nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém, agora, o SENHOR nos desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas. Então, se virou o SENHOR para ele, e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu? E ele lhe disse: Ai, Senhor meu! Com que livrarei Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.”
Gideão estava em seu lagar de conforto, guardando seu alimento para que os inimigos não o roubassem. Gideão temeu quando o Anjo do Senhor apareceu a Ele, ele duvidou da história que seu pai o contou, e o Anjo o ordenou. Mas Gideão se achava o “coitadinho”, achava que as promessas de DEUS não era para ele por ser o menor e o mais pobre.
Deus conhece nossas limitações, Ele não enxerga as situações adversas, porque se Ele enxergasse assim a maioria dos profetas não seriam levantados. O chamado de Deus para nossas vidas é de avanço, não de lamentações. Se o Anjo tivesse aceitado o argumento de Gideão ele não teria se posicionado. Precisamos tentar diversas vezes, independente de nossas frustrações. Gideão foi capacitado, assim como Davi, e é isso que Deus quer fazer em nossas vidas, nos capacitar.
Davi era o mais insignificante de sua casa, tinha tudo para não conseguir, até mesmo seu pai se esqueceu dele. Naturalmente falando, comparando Davi e Golias, acharemos no mínimo que Davi era louco por querer enfrentá-lo. Davi pensou como cidadão do céu, cumpriu sua carreira na Terra com pensamentos do alto. Aquele foi o dia de Davi, ele não abriu mão de que aquele dia fosse dele. A fé de Davi deu a ele a vitória.
I Samuel 17:32 – 40: “Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá e pelejará contra o filisteu. Porém Saul disse a Davi: Contra o filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu és ainda moço, e ele, guerreiro desde a sua mocidade. Respondeu Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; quando veio o leão ou um urso e tomou um cordeiro do rebanho, eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca; levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o feri e o matei. O teu servo matou tanto o leão como o urso; este incircunciso filisteu será como um deles, porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. Disse mais Davi: O SENHOR me livrou das garras do leão e do urso; ele me livrará das mãos deste filisteu. Então disse Saul a Davi: Vai-te, e o SENHOR seja contigo. Saul vestiu a Davi da sua armadura, e lhe pôs sobre a cabeça um capacete de bronze, e o vestiu de uma couraça. Davi cingiu a espada sobre a armadura e experimentou andar, pois jamais a havia usado; então, disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o usei. E Davi tirou aquilo de sobre si. Tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco pedras lisas do ribeiro, e as pôs no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão; e, lançando mão da sua funda, foi se chegando ao filisteu.”
Até quando aceitaremos os argumentos de nossa alma e do mundo ao nosso respeito? Saul falou com Davi que Golias seria preparado demais para que Davi o conseguisse vencer. Se Davi raciocinasse sobre o que Saul falara teria desistido, mas ele agiu pela fé. Precisamos crer Naquele que servimos, se nos posicionarmos, assim como Davi, passaremos a colecionar vitórias. Saul tentou cobrir Davi com armaduras naturais, mas Davi abriu mão de tudo, pois sabia que, em nome do Senhor dos Exércitos, tudo podia vencer.
Palavra ministrada em 03/01/10 pelo Pr. Rafael Sales.
Discípulo ou Religioso?
terça-feira, julho 13th, 2010 | Estudos Bíblicos | 1 Comentário
Uma das últimas coisas que Jesus falou antes da ascensão aos céus foi uma das mais importantes:
Mt. 28-19: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”
A ordem de Jesus foi para fazermos discípulos. Mas, para fazer discípulos precisamos ser um discípulo.
A questão é: Você é um discípulo ou um religioso?
Existem diferenças gritantes entre ser discípulo e ser religioso.
A primeira é: O discípulo nasce de novo.
Jo. 3-1 a 3: …”se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
Nicodemos era fariseu, uma seita religiosa da época. Jesus estava diante de um religioso e a primeira coisa que ele diz é sobre nascer de novo.
“De novo” vem do grego ANOTHEN e tem 3 significados: De novo, desde o início e de cima. Nesta passagem se aplica “de cima”.
O novo nascimento não é reencarnação. Reencarnação não é uma doutrina bíblica, novo nascimento quer dizer nascimento espiritual. Para nascer de novo é preciso aceitar o Senhor Jesus e arrepender-se de suas velhas obras. Arrependimento não é choro, dor, lamentações… Arrependimento é uma mudança, é uma disposição para tomar outro caminho (Conversão).
A segunda é: O religioso é legalista.
O religioso é ligado a leis, o discípulo é ligado ao Espírito Santo.
Col. 2-13 a 15: A palavra “mortos” indica uma pessoa que não nasceu de novo, não tem a vida de Deus. Ela pode ir a igreja, fazer sacrifícios, ler três capítulos por dia… Mas, nada disso a aproxima de Deus.
Enquanto um ser humano não recebe a vida de Deus ele é apenas um religioso preocupado em cumprir regras. Preocupa-se somente em “não fazer isso” ou “não fazer aquilo”.
Tive a oportunidade de estudar com um rapaz que dizia ser crente. Ele vestia-se como crente, falava como crente, freqüentava a igreja regularmente e até andava com a Bíblia. Certo dia ele estava na casa da sogra e tiveram uma discussão, no calor do momento ele acabou violentando-a fisicamente.
O novo nascimento implica numa mudança interna e não externa. Existe um ditado que diz que as aparências enganam, e isso é a mais pura verdade. Não importa se você tem um topete, um moicano, uma tatuagem, gosta de calça caindo e etc. O novo nascimento é algo interno.
A terceira é: O religioso tem conhecimento intelectual, o discípulo obedece.
O religioso conhece a Palavra, mas não obedece. O discípulo conhece e obedece.
O religioso sabe tudo sobre oração, mas não ora. O discípulo ora.
O religioso sabe tudo sobre jejum, mas não jejua. O discípulo jejua.
O religioso sabe tudo sobre os evangelhos, mas não evangeliza. O discípulo evangeliza.
O religioso conhece, sabe como faz, tem conhecimento intelectual. O discípulo, o cristão genuíno, conhece a Deus, pratica a Palavra e obedece.
O religioso trata os líderes como se fosse qualquer outra pessoa, o discípulo trata o líder de forma diferenciada e o obedece.
Certa vez desafiei um discípulo a arregimentar um número de pessoas incomum para a realidade da sua sub-equipe na época. Ele, sem vacilar disse: “Gu, debaixo da sua palavra posso arregimentar mais de 1000!” Hoje ele é uma das maiores sub-equipes da equipe BOMBA e tem se destacado. Creio que um dos pontos dessa explosão em seu ministério é o entendimento do valor da palavra lançada pelo líder. O discípulo crê e age sobre a palavra lançada.
A quarta diferença entre o discípulo e o religioso é: O discípulo vive uma nova vida.
2 Cor. 5-17: …se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
Novidade de vida não é uma vida reformada, mas uma nova vida.
A nova criatura sente prazer em estar na igreja e sentir a presença de Deus. O religioso encara como uma obrigação semanal e muitas vezes como um fardo.
Outra característica do religioso é ter suas necessidades e interesses no centro de sua vida. Ele se preocupa somente com o seu bem estar, se está se sentindo bem ou não. Ele não está preocupado com a vontade de Deus (que muitas vezes incomoda), mas com a sua própria vontade.
Para ser discípulo é necessário nascer de novo. Pra ser discípulo é necessário ter decidido servir a Deus independente das circunstâncias.
Palavra pregada por Gustavo Oliveira no Arena Jov do dia 12/06/10.
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